André Lemos · caricaturista desde 2005

Antes da TV, veio o desenho. Antes do palco, veio o público.

Uma trajetória que começou em família, ganhou eventos em 17 estados e no Distrito Federal, chegou à televisão brasileira e hoje reúne uma comunidade de mais de 120 mil seguidores no Instagram.

Retrato de André Lemos enquanto desenha uma caricatura digital
ANDRÉ LEMOSDesenho, comunicação e presença diante do público.
A origem

O desenho nunca foi uma descoberta tardia.

André cresceu em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, em uma família na qual desenhar fazia parte do cotidiano. Aos 13 anos, começou a estudar desenho artístico no Sesc. Pouco depois, já ensinava outras pessoas.

Quando iniciou a universidade, em 2005, o desenho encontrou um novo lugar: os eventos. O convite para uma noite de caricaturas no Polo Gastronômico da Tijuca transformou uma habilidade antiga em ofício.

André Lemos desenhando ao vivo enquanto o público acompanha

A caricatura não termina no papel. Ela acontece no olhar de quem posa, na conversa e na reação de quem acompanha.

Uma carreira construída diante das pessoas
Linha do tempo

Do primeiro evento à televisão.

Os marcos abaixo conectam formação, trabalho e mídia sem transformar a história em uma coleção de nomes soltos.

  1. Infância

    O desenho começa em casa

    Filho de uma mãe desenhista e de um pai com habilidade para desenho de arquitetura e composição, André cresceu cercado por materiais, livros e referências visuais.

  2. 13 anos

    Aluno — e logo professor

    Começou um curso de desenho artístico no Sesc de São João de Meriti e, ainda adolescente, colocou no portão de casa uma placa oferecendo aulas de desenho.

  3. 2005

    A caricatura vira profissão

    No início da universidade, recebeu o convite para desenhar em festas. O primeiro trabalho de caricatura ao vivo aconteceu no Polo Gastronômico da Tijuca.

  4. 2014

    Do evento para a televisão

    Entrou no quadro TGA — Tem Gente Atrás — do Domingão do Faustão, desenhando enquanto o participante tentava descobrir quem estava sendo caricaturado.

  5. 2015

    O traço nas canecas do Vídeo Show

    As caricaturas passaram a aparecer nas canecas usadas por apresentadores e convidados do programa, além de trabalhos para outras produções da TV Globo.

  6. 2023

    A caricatura inspira uma prova nacional

    No Bake Off Brasil, do SBT, André participou como especialista na prova Bolo Caricatura, compartilhando técnicas e comentando os trabalhos dos participantes.

O que formou o profissional

Arte, evento, comunicação e operação.

Antes de se dedicar integralmente à caricatura, André passou por atividades que ajudam a explicar o profissional que entra hoje em cada projeto.

01

Educação patrimonial

No Instituto de Arqueologia Brasileira, trabalhou com projetos de educação patrimonial, edição, filmagem e visualização em 3D.

02

Feiras e estandes

A experiência em projetos 3D para estandes comerciais aproximou seu olhar da arquitetura temporária e da dinâmica de eventos.

03

Televisão e palco

Quadros, produções e aparições ensinaram a responder ao vivo, comunicar com clareza e trabalhar dentro do ritmo de uma equipe.

04

Tecnologia aplicada

O desenho digital ampliou possibilidades de cor, personalização e entrega, sem substituir a presença do artista diante do público.

A virada de 2014

O “Caricaturista da TV” nasceu de trabalho em cena.

No TGA — Tem Gente Atrás — André fazia caricaturas enquanto Faustão dava pistas ao participante. A partir daí, seus desenhos passaram a integrar outras produções: canecas do Vídeo Show, ilustrações para Mais Você, É de Casa e Tá no Ar, participação no cinema e, mais tarde, o Bake Off Brasil.

Abrir o arquivo de TV e imprensa
André Lemos ao lado de apresentador em cenário de televisão, exibindo uma caricatura
Registro do acervo de carreira de André Lemos na televisão.
André Lemos desenhando ao vivo enquanto convidados acompanham
O trabalho de hoje

A carreira continua onde sempre fez mais sentido: diante das pessoas.

André atua em eventos corporativos, festas, casamentos, projetos especiais e iniciativas culturais em todo o Brasil. Já trabalhou profissionalmente em 17 estados e no Distrito Federal. A escala, a técnica e a logística mudam; o centro permanece o mesmo: observar alguém, sintetizar sua expressão e transformar o processo em experiência.

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